
Debate de segurança é populista à esquerda e à direita
Os tiros recebidos pelo senador Cid Gomes (PDT-CE) na cidade de Sobral deram mais luz aos problemas que o Ceará e diversos estados brasileiros estão tendo com as polícias militares.

Os tiros recebidos pelo senador Cid Gomes (PDT-CE) na cidade de Sobral deram mais luz aos problemas que o Ceará e diversos estados brasileiros estão tendo com as polícias militares.

O Brasil registrou em 2019 o segundo ano consecutivo de queda no número de homicídios no país, mas a continuidade dessa redução está ameaçada pelos esforços do presidente Jair Bolsonaro em flexibilizar o acesso a armas de fogo

Nas últimas semanas, assistimos ao acirramento das tensões entre polícias militares e governadores em diversos estados do país. O motim da polícia do Ceará foi o caso mais emblemático.

Mangueira e União da Ilha mostraram cenas de violência que estão no cotidiano do carioca, com jovem baleado e helicóptero sobrevoando favela

O episódio a que assistimos quarta-feira passada no Ceará é o reflexo de décadas de descaso com a segurança pública no país. Não fazemos o debate com a seriedade e profundidade que o tema requer.

Homicides in Brazil are projected to have fallen 16 percent in 2019 as compared to the previous year, although Latin America’s most populous nation still had more than 41,000 murders, the highest total number in the region

Uso de novas tecnologias de combate ao crime prolifera no Brasil como promessa de eficiência, contudo ferramentas de reconhecimento facial e de previsão de delitos podem minar liberdades civis e estimular discriminação se mal administradas.

There were fewer murders in Brazil’s second city of Rio de Janeiro last year – but the number of killings by police has soared.

Michele dos Ramos, do Instituto Igarapé, fala sobre a preocupação com a segurança durante o carnaval

Published in Associated Press By Robert Muggah Brazil had 41,635 killings in 2019, down 19% from the prior year and the least number of homicides since 2007, when the so-called Violence Monitor index was launched. It is a partnership between the non-profit Brazilian Forum of

Toda morte importa. De acordo com o Monitor da Violência, o país teve 30.864 mortes violentas de janeiro a setembro de 2019, uma queda de 22% em relação ao mesmo período do ano anterior

Melina Risso, do Instituto Igarapé, analisa a morte do miliciano Adriano da Nóbrega durante uma operação na Bahia.

Publicado em G1 Por Pedro Augusto As forças de segurança estão usando cada vez mais câmeras para vigiar a população, no Brasil e no mundo. São scanners corporais, drones e sistemas de reconhecimento facial. Eles podem ajudar, mas também há riscos se forem usados de

A dimensão da violência contra as mulheres é impressionante: de 2000 a 2017, mais de 140 mil foram assassinadas no Brasil, Colômbia e México. Isso representa um aumento de 131% durante esse período.

Rio de Janeiro’s ultra-conservative governor, Wilson Witzel, was elected in 2018 on a tough-on-crime ticket.

Além de trabalhar para reparar e evitar desastres ambientais, o governo tem o dever de garantir perspectivas de desenvolvimento às pessoas forçadas a se deslocarem por catástrofes como a de Brumadinho.

Michele dos Ramos, do Instituto Igarapé, fala de pareceres de peritos internacionais que indicam a possível destruição de provas em uma operação no Fallet-Fogueteiro, na região central do Rio, em fevereiro de 2019.

Es evidente que en los últimos años se habla más abiertamente sobre la violencia contra la mujer. Cada día vemos desde testimonios individuales que llegan a convertirse en iniciativas de denuncia colectiva, a manifestaciones públicas de rechazo contra las violencias.

América Latina tiene el 8 % de la población mundial, pero contribuye con un tercio de todos los homicidios que ocurren en el mundo. El problema tiende a crecer y si no se hace nada, la tasa regional de homicidios que es de 21 por 100,000 habitantes puede llegar a 35 por 100,000 habitantes para 2030.
A matemática é simples: os algoritmos tomam decisões a partir de um banco de dados. Mas esse banco de dados traz distorções, então os resultados também serão distorcidos.

Números do Instituto de Segurança Pública divulgados nesta terça-feira revelaram que 2019 foi o ano em que o estado do Rio teve o menor número de homicídios dolosos desde 1991, quando começou a série histórica do crime. Foram 3.995 vítimas.

Números do Instituto de Segurança Pública divulgados nesta terça-feira revelaram que 2019 foi o ano em que o estado do Rio teve o menor número de homicídios dolosos desde 1991, quando começou a série histórica do crime

Até 2018, atiradores tinham acesso a quantidades diferentes de armas e munição de acordo com seu grau de competição desportiva (de I a III), podendo comprar um máximo de 12 kg de pólvora por ano. Agora, qualquer atirador, independentemente de seu nível de instrução ou amadorismo, pode adquirir até 20 kg de pólvora por ano.
Especialistas destacam o poderio dos persas no campo cibernético e que há boas chances de continuarem a ameaçar os americanos dessa forma.

Os novos decretos que alteram as regras sobre o uso de armas de fogo e munições foram usados pela defesa de criminosos condenados e presos no Rio de Janeiro para beneficiá-los na Justiça.

Há exatamente um ano, em 15 de janeiro de 2019, o presidente Jair Bolsonaro assinava o primeiro decreto para desfigurar o Estatuto do Desarmamento.

Há exato um ano o governo publicava o decreto nº 9.685, mudando regras relacionadas ao registro, à posse e à comercialização de armas de fogo e munição no país.

Segundo levantamento do Instituto Igarapé, nos últimos 27 anos (de 1992 a 2019), dos 48.163 militares, policiais e civis brasileiros que participaram dessas operações, só 338 eram do sexo feminino (0,7%)

A pesquisadora do Instituto Igarapé, Michele Ramos, fala do anúncio feito pelo governador Wilson Witzel sobre a retomada das Unidades de Polícia Pacificadora em 2020 e o que exatamente será associado à marca UPP no contexto atual do Rio de Janeiro

A Amazônia brasileira é há anos território perigoso para ativistas ambientais e jornalistas investigativos. Em vista da falta de ação do governo atual frente à violência crescente, expressa em levantamentos, é urgente a atuação da sociedade civil organizada.
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