
Os efeitos do coronavírus na vida de mulheres presas e egressas
O Instituto Igarapé divulga uma publicação que analisa o impacto do coronavírus na vida de mulheres presas e egressas.

O Instituto Igarapé divulga uma publicação que analisa o impacto do coronavírus na vida de mulheres presas e egressas.

O Instituto Igarapé, em parceria com o Data Privacy Brasil Research, publica um estudo que discute a regulação do reconhecimento facial no nosso país, a partir de diversas experiências internacionais.

O mundo vivenciou enorme incerteza e turbulência em 2019. As mudanças climáticas e as tensões geopolíticas estiveram em evidência. Muitos países testemunharam o declínio da fé na democracia e o cerceamento do espaço cívico. A propaganda digital e desinformação continuaram a aprofundar as divisões. Alguns

A oferta de trabalho e de qualificação profissional para pessoas privadas de liberdade e egressas do sistema prisional ainda enfrenta uma série de desafios no Brasil. Somente 17,5% de um total de 726 mil indivíduos presos estavam envolvidos em atividades laborais em junho de 2017.

Na última década, as taxas de assassinatos de jovens no Brasil cresceram 17%. Quase metade dos índices gerais de homicídio do país em 2018, que foi de 56 mil, corresponde à morte de homens negros, com idade entre 15 e 29 anos.

A violência contra a mulher tem ganhado notoriedade no debate público. Observa-se um importante avanço, nos últimos anos, nos marcos normativos e na multiplicação de políticas públicas voltadas para o combate desse problema.

O Instituto Igarapé e o Instituto Sou da Paz mostram as principais mudanças que ocorreram um ano depois do primeiro decreto presidencial sobre a regulação de armas e munições no país. A publicação busca sistematizar e explicar à população como era a regulamentação antes de 2019

Em 2000, o Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU) adotou a sua primeira resolução sobre o que se convencionou chamar “Agenda sobre Mulheres, Paz e Segurança” (“Agenda MPS”). Após duas décadas, e depois de outras nove resoluções do mesmo órgão sobre o tema, essa

Los artículos de este volumen exploran cómo el clima contribuye para la inseguridad en la región de ALC. Éstos resultaron de una colaboración entre el Instituto Igarapé y el Instituto Clima y Sociedad (iCS), ambos en Rio de Janeiro, Brasil, con el apoyo de la Embajada de Alemania en Brasilia.

Os artigos deste volume exploram o modo como o clima contribui para a insegurança na região da ALC. São resultado de uma parceria entre o Instituto Igarapé e o Instituto Clima e Sociedade (iCS), ambos no Rio de Janeiro, Brasil, e do apoio da Embaixada da Alemanha em Brasília

Tramitam em conjunto desde o início da legislatura 2019-2022 os projetos de lei (PLs) 10.372/2018, 10.373/2018 e 882/2019,2 3 que visam endereçar, entre outros temas, a crise na segurança pública brasileira (ver Anexo I).

O número de mulheres privadas de liberdade no Brasil cresceu exponencialmente nos
últimos anos. Em 17 anos, foi registrado um aumento de quase sete vezes, e a população de presas chegou a 37.828 em junho de 2017.

O envolvimento do Brasil nas operações de manutenção da paz (OMPs) da Organização das Nações Unidas (ONU) mudou drasticamente nas últimas duas décadas, tanto em termos da quantidade de tropas brasileiras como no que se refere ao volume de investimento e ao efetivo pagamento das

Cities are where the future happens first.

Louise Marie Hurel, pesquisadora do campo de cyber do Instituto Igarapé, contribuiu para o livro Horizonte Presente: Tecnologia e Sociedade em Debate.

O lançamento da Política Nacional de Trabalho no Sistema Prisional (PNAT), em julho de 2018, atraiu atenção para a necessidade de ampliação e qualificação da oferta de atividades profissionais para pessoas presas e egressas das prisões.

O país que mais mata no mundo acaba de registrar o maior declínio no seu índice de homicídios da História.

El objetivo de este estudio es brindar una revisión basada en datos del crecimiento, las tendencias, y la razón principal detrás de la rápida expansión de la población carcelaria en la región durante lo corrido de este siglo, esto es, populismo penal

O objetivo deste estudo é utilizar os dados disponíveis para fazer uma avaliação do crescimento, das tendências e da principal causa da rápida expansão da população carcerária na América Latina ao longo do século XXI: o populismo penal

O mundo está mais volátil e incerto do que nunca. Em 2018, as cisões se aprofundaram intra e inter-países. Tensões geopolíticas e o tribalismo político continuaram ganhando força. Novas tecnologias transformadoras colocaram em xeque ditames sobre o futuro da segurança, da governança e da economia.

Decisões automatizadas cada vez mais controlam as nossas vidas. Elas estão presentes na definição da melhor rota para fugir do trânsito, na seleção de candidatos para vagas de trabalho e na formulação de políticas públicas.

É crescente a centralidade do sistema penitenciário nas discussões sobre segurança pública e justiça criminal no contexto brasileiro. Episódios recentes — como a morte de mais de 120 pessoas em rebeliões em presídios do Amazonas, Roraima e Rio Grande do Norte em 2017 — voltaram as atenções para a situação das unidades prisionais.

A implementação de tecnologias associadas à Internet das Coisas (IoT, da sigla em inglês) é fundamental para o desenvolvimento social e econômico do país, em especial com o uso de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs).

A interação contínua entre dispositivos inteligentes, sensores e pessoas aponta para o número crescente de dados que são produzidos, armazenados e processados, e alteram nosso cotidiano sob diversos aspectos.

O presente estudo explora a institucionalização da agenda de segurança cibernética no Brasil e busca identificar oportunidades para cooperação multissetorial.

A violência e a insegurança figuram entre as maiores preocupações da sociedade brasileira hoje. O cenário é grave: em 2016 atingimos a marca inaceitável de 61 mil mortes violentas intencionais no país

Démocraties fatiguées 3|6. La montée de l’autoritarisme est inquiétante, mais les libertés continuent leur marche en avant. Sans excès de confiance, battons-nous pour elles, estiment les chercheurs Steven Pinker et Robert Muggah.

Overall, the past quarter-century has been an era of progress for the region: Democracy has spread, the middle class grew by more than 50 percent, education has improved and so has public health. In many countries, corruption is no longer tolerated, and judicial institutions are flourishing.

A Agenda Rio Seguro traz 25 estratégias concretas para a área de segurança pública e justiça criminal. O documento prioriza três desafios a serem enfrentados pelo governo do estado nos próximos anos nesse tema: letalidade violenta (homicídio doloso, homicídio decorrente de oposição à intervenção policial, latrocínio e lesão corporal seguida de morte), corrupção policial e crime organizado.

Los Diálogos sobre la Seguridad Urbana: Data, Diseño e Innovación celebrados en los días 22 y 23 de enero de 2018 en San Salvador
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