
Mudança na política de drogas
As políticas de drogas atuais causam mais danos do que o consumo de drogas em si. Em alguns segmentos da sociedade a informação sobre políticas de drogas inteligentes já venceu o medo.

As políticas de drogas atuais causam mais danos do que o consumo de drogas em si. Em alguns segmentos da sociedade a informação sobre políticas de drogas inteligentes já venceu o medo.

No contexto dos crescentes debates internacionais sobre as chamadas “fake news”, as organizações abaixo assinadas gostariam de expressar sérias preocupações sobre o rumo da questão.

[Em Espanhol] Consultamos a 10 de personas que mejor conocen el problema de las drogas en Colombia y estos son sus 21 tuiteros favoritos que recomiendan seguir.

Os massacres de 2017 deixaram mais de 100 presos mortos em uma guerra travada dentro dos presídios de todo o país. O ano de 2018 também começou violento.

[Em Espanhol] Crímenes que suceden en destinos turísticos de México tienen gran repercusión internacional, pero son parte de un fenómeno de violencia que afecta a todo el país.

Medida determina que unidades de saúde notifiquem conselhos tutelares em caso de ocorrências com crianças e adolescentes.

O Estado brasileiro não consegue cumprir sua obrigação mais sagrada —proteger seus cidadãos. Por que isso ocorre?

Especialistas comentam problemas como colapso na saúde e na segurança.

Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, e Michele Ramos, pesquisadora do Instituto Igarapé, discutiram sobre os caminhos para redução da violência no Brasil.

Os brasileiros farão escolhas determinantes em 2018. Uma delas é sobre o futuro da segurança pública

Proposta levanta debate sobre criminalização dos usuários e uso de substâncias ilícitas em tratamentos médicos.

A cientista política fluminense Ilona Szabó de Carvalho, 39, passa a integrar o time de colunistas de “Cotidiano”, da Folha, a partir desta quarta-feira (20).

Entrevista do Estadão sobre interferências de robôs em eleições que colocam a democracia em risco, com pesquisador de cibersegurança da Universidade de Washington (EUA) e integrante do Oxford Internet Institute, o norte-americano Daniel Arnaudo.

Relatório mostra as possibilidades e riscos que o país enfrenta na área à medida que abre sua economia e fronteiras para o resto do mundo.

Pesquisadores debateram saídas para o problema na série Encontros O GLOBO.

Confira, na íntegra, a mesa-redonda “Fake news e as eleições de 2018”, organizada e realizada pelo e no Instituto Igarapé no dia 12 de dezembro de 2017.

Em primeiro lugar, é preciso assumir a redução dos homicídios como prioridade máxima na agenda de segurança pública.

Evento “Fake news e eleições de 2018” promovido pelo Igarapé no dia 12 de dezembro de 2017.

De 11 a 14 de dezembro acontece a terceira edição do Estágio de Preparação de Civis para Atuação em Ambientes Instáveis

No seminário “Reage, Rio!”, o funcionamento da ferramenta de georreferenciamento ISPGeo, que analisa as melhores soluções para conter crimes por cada região da capital fluminense, foi destaque.

“Há grande fluxo de investimentos em tecnologia no Rio, mas o que se busca agora é a integração de dados para que o fluxo seja eficiente”, diz o coordenador de projetos do Instituto Igarapé, Emile Badran.

A cofundadora e diretora executiva do Instituto Igarapé, Ilona Szabó, comenta estudo que diz que Brasil tem maior incidência de mortes violentas durante os feriados.

[Em inglês] Veja, na íntegra, a apresentação completa do diretor de pesquisa do Igarapé, Robert Muggah, no Smart City Expo World Congress 2017, realizado em Barcelona.

Robert Muggah se apresentou no TED Global Nova York. O especialista em cidades e co-fundados do Igarapé aponta 6 maneiras para que os centros urbanos atuem em desafios globais como a crise de migração, o terrorismo e a mudança climática. A conferência mostra a plataforma de dados interativa Earth TimeLapse.

[Em espanhol] DW conversou com dois experts sobre os obstáculos existentes para lidar com o processamento de estatísticas de homicídios dolosos na América Latina.

Um número crescente de cidades têm desenvolvido resiliência para responder ao terrorismo urbano. É quase inevitável concluir que os prefeitos ao redor do mundo vão precisar se adaptar a esta nova normalidade.

“Com um aporte de cerca de 53 milhões de reais, de 2008 a 2015, em uma das maiores produtoras de armamento do mundo, a gigante Forjas Taurus, BNDES tem política contraditória ao seu guia de financiamento sobre comércio de armas” Matéria publicada no veículo Le Monde Diplomatique.

No encontro, realizado em conjunto com o IRI-PUC Rio, o Instituto Igarapé e o CCOPAB, o oficial falará sobre a experiência das tropas brasileiras na ilha caribenha.

Pretos e pardos são as maiores vítimas de homicídios no Brasil — sempre superando o número de brancos. A diferença é apontada por dados extraídos pelo Instituto Igarapé do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Datasus.
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