Apoio a mulheres egressas do sistema prisional: desafios de diagnóstico e oportunidades de análises

O crescimento relevante na quantidade de mulheres privadas de liberdade no Brasil — entre 2000 e 2019 esse número aumentou quase seis vezes — representa um desafio dentro dos muros, mas também fora deles. Embora não existam dados nacionais sobre a quantidade de mulheres egressas do sistema prisional, apenas no primeiro semestre de 2017, presídios femininos brasileiros registraram cerca de 13 mil saídas.

Diagnosticar de maneira mais precisa em que medida essas mulheres são alcançadas por serviços públicos é uma etapa importante no desenho de soluções para os desafios mencionados. Por isso, o Instituto Igarapé buscou identificar tendências do encarceramento feminino e do atendimento a egressas a partir da consulta a unidades federativas brasileiras.

No Artigo Estratégico 50, o Instituto Igarapé apresenta, através de dados baseados em evidências, a necessidade de ações de inserção social e econômica para mulheres egressas do sistema prisional. O Artigo buscou identificar tendências do encarceramento feminino e do atendimento a egressas a partir da consulta a unidades federativas brasileiras. O esforço, no entanto, encontrou obstáculos significativos. O documento indica quais são as lacunas de dados e as oportunidades de pesquisa e políticas públicas.

Confira também a campanha Sócios da Liberdade, em que o Instituto mostra como o setor privado pode colaborar com a reinserção social de presos e egressos, essencial para diminuir a violência e a desigualdade.

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