Sobre armas e democracia

Por Carolina Ricardo, Melina Risso e Michele dos Ramos

Publicado na Folha de S.Paulo

Recentemente, mais um caso de desvio de armas veio à tona: fuzis e pistolas que abasteciam facções foram apreendidos em uma operação da Polícia Civil e do Ministério Público do Rio de Janeiro. As armas foram compradas legalmente por Vitor Lopes, atirador desportivo e colecionador registrado. Os riscos de atividades que envolvem armas e munições são reais e, por isso, a sua regulação tem o dever de mitigá-los.

Infelizmente, não é o que acontece no país desde 2019. Dezenas de medidas do governo aumentaram o número de armas e munições em circulação e reduziram as capacidades do Estado de evitar que esses arsenais caiam nas mãos da criminalidade. Além disso, iniciamos 2022 com a ameaça da votação de um projeto de lei que pode representar o maior retrocesso para o controle de armas das últimas décadas. Precisamos agir — e rápido.

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