O vigilantismo antidemocrático

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Publicado na Folha de S.Paulo

Por Ilona Szabó

A capacidade estatal de coletar, armazenar e processar dados sensíveis vem sendo incrementada à medida que novas tecnologias são desenvolvidas. Se, de um lado, soluções tecnológicas têm sido fundamentais para o aperfeiçoamento das políticas públicas, de outro, a coleta e o monitoramento de dados por parte de governos também são relevantes para a vigilância estatal e têm sido amplamente realizados nas atividades de inteligência voltadas à segurança pública e nacional —nem sempre dentro da lei.

Em uma democracia é essencial questionar os limites e a legalidade do uso de informações privadas de cidadãos, em especial diante da rápida expansão do poder do Estado por meio do avanço tecnológico.

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