União contra a COVID-19

O Igarapé participou de esforços para conter a pandemia de COVID-19. No Movimento União Rio, arrecadamos e doamos itens de proteção individual. Como parte da União Amazônia Viva, cooperamos para entregas de testes e alimentos. Também mapeamos os impactos da COVID-19 em temas como homicídios, prisões e violência contra mulheres.

 

Mesmo antes de a pandemia atingir o Brasil, o Instituto Igarapé trabalhou com a sociedade civil e grupos empresariais para minimizar os impactos da COVID-19 na saúde e no bem-estar da população. Unido a outras instituições, criamos o Movimento União Rio, uma iniciativa voluntária focada em mitigar os efeitos da pandemia no Rio de Janeiro. A organização recolhe doações e as redistribui para os setores sociais mais vulneráveis e para profissionais que estão na linha de frente no combate à doença, principalmente em periferias urbanas, os espaços mais afetados pela COVID. Foram distribuídas 8 mil máscaras de tecido para Polícia Militar, Polícia Civil e Secretaria de Administração Penitenciária. Adicionalmente, doamos 5 mil máscaras N95 para Bombeiros, Polícia Civil e Hospital da Polícia Militar. 

 

No União Amazônia Viva, voltado para o apoio humanitário nas regiões do Alto Rio Negro (AM), Yanomami (AM e RR) e Tapajós-Arapiuns (PA), cooperamos para entregas de testes de COVID-19, caixas de medicamentos e kits de alimentação. Além disso, o Igarapé também apoiou o Cidade Solidária, uma ação conjunta da Prefeitura de São Paulo e de organizações da sociedade civil para ajudar a população mais atingida pela COVID-19. 

 

Para alertar tomadores de decisão e formadores de opinião sobre a importância dos esforços urbanos e locais contra o coronavírus, participamos de reportagens e escrevemos artigos de opinião em diversos veículos, como France24 e Project Syndicate. Também fomos destaque em Global Parliament of Mayors, USA Today, Época, Fórum Econômico Mundial, Foreign Policy, Folha de S.Paulo, Associated Press, Estadão, OCDE, Fast Company, e CBN

 

A pandemia afetou a segurança pública, gerando consequências em temas como homicídios, sistema penitenciário e violência contra mulheres. Desenvolvemos um estudo e apresentamos nossas análises em entrevistas para Financial Times, Wall Street Journal, O Globo, Estadão Cidadania. Um artigo de opinião na Foreign Policy foi compartilhado no Facebook do veículo para 1,5 milhão de pessoas e duas vezes por Steven Pinker em seu Twitter para 700 mil seguidores. Realizamos ainda uma atualização do artigo do livro Promessas não Cumpridas, que relaciona a recessão democrática à violência, incluindo informações sobre a COVID-19. Eventos como Stockholm Forum on Peace and Development, Reage Rio!, Brazil Talk, Diagnóstico de Arranjos Institucionais e Proposta de Protocolos para Execução de Políticas Públicas em Prisões, organizado pelo CNJ, e Summit Mobilidade, do Estadão, foram essenciais para a divulgação de nossas pesquisas e dados.

 

Na temática efeitos da pandemia no sistema penitenciário, concedemos entrevistas para o Washington Post e para o Estadão, compartilhada no Facebook para mais de 3,5 milhões de seguidores. Lançamos a Nota Estratégica 34, Impactos Evidentes em uma População Tornada Invisível: os Efeitos do Coronavírus na Vida de Mulheres Presas e Egressas, que gerou artigo de opinião no Nexo, compartilhado para 500 mil pessoas, no Facebook e no Twitter do veículo, e para mais de 1,5 milhão de pessoas no Facebook da política Manuela D’Ávila. Na publicação, apresentamos os impactos da pandemia na vida dessas mulheres, bem como estratégias de inserção social para egressas, com informações sobre iniciativas já existentes, além de recomendações a gestores públicos. No final do ano, lançamos um vídeo sobre o futuro de mulheres egressas no mercado de trabalho, desdobramento do Artigo Estratégico 50, Apoio a Mulheres Egressas do Sistema Prisional: Desafios de Diagnóstico e Oportunidades de Análises

 

Também mostramos como as mulheres tiveram mais dificuldades de denunciar a violência doméstica e receber atendimento durante a pandemia. Lançamos, em dezembro, o artigo Violência Contra Mulheres: Como a Pandemia Calou um Fenômeno já Silencioso. Os resultados foram apresentados no 14° Encontro Anual do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, com uma atualização da nossa plataforma Evidências sobre Violências e Alternativas para Mulheres e Meninas (EVA), ferramenta que mapeia uma série de medidas de violência contra mulheres e meninas no Brasil, Colômbia e México.

 

Adicionalmente, contribuímos para um capítulo publicado no relatório Challenges and Opportunities in the Post-COVID-19 World, do Fórum Econômico Mundial, e uma entrevista ao The New Humanitarian, compartilhada no Twitter do veículo para mais de 100 mil pessoas. O Instituto participou de eventos como The Future of Cities in the wake of Covid, organizado pelo CSFI, COVID-19:The State & Future of Pandemics, pela Singularity University, com uma audiência ao vivo de mais de 20 mil pessoas, Phoenix Rising: What does the post-Covid city mean for you?, e E-Conversa 2020, organizado pela Canning House. Ilona Szabó, presidente do Instituto, ficou em quinto em uma lista das 50 maiores pensadoras da era da COVID pela Prospect Magazine.

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