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Impactos 2016

O Instituto Igarapé é um “think and do” tank – comprometido com reflexão e ação. Em 2016, o Instituto ampliou seu trabalho nessas duas frentes. Ampliou seu “pensar” em termos de debate público e publicações. E também expandiu seu “fazer” por meio de projetos e expansão de aplicativos digitais e ação direta com governos, empresas e entidades não governamentais. Obtivemos notáveis resultados e incrementamos nossos produtos durante o ano.

O Instituto Igarapé aumentou seu potencial para reunir e convencer. Os diretores foram convidados a fazer palestras de abertura em alguns dos principais fóruns de debates do mundo e ingressaram em algumas das redes mais relevantes. Além de falarem em Davos, no TED e em outros eventos, eles foram indicados pelo secretário-geral da ONU para um painel de especialistas em juventude e segurança, e para participar em conselhos, coalizões e fundações globais.

 

Impactando por meio de publicações

O Instituto Igarapé está comprometido com a geração de conhecimento de alta qualidade com valor duradouro. Nesse sentido, publicamos relatórios institucionais e de pesquisa, produzidos de forma independente ou com organizações parceiras, bem como artigos em periódicos com revisão por pares e projetos de livro. O Instituto atua em colaboração com instituições acadêmicas – e recebe rotineiramente pesquisadores visitantes de universidades no Canadá, Estados Unidos, México, Colômbia, Brasil, Reino Unido e outros países.

Muitas das publicações do Instituto Igarapé são citadas em veículos acadêmicos e por formuladores de políticas públicas. Por exemplo, só no ano de 2016, as publicações do Instituto foram citadas em 97 diferentes periódicos com revisão por pares. Da mesma forma, de acordo com o Google Scholar, o diretor de pesquisa do Instituto, Robert Muggah, foi citado pelo menos 330 vezes em periódicos acadêmicos ao longo de 2016.

Os pesquisadores do Instituto lançaram mais de 30 publicações em 2016, entre elas, 15 Notas e Artigos Estratégicos liderados pelo Igarapé e divulgados pela imprensa em várias línguas. O Instituto também publicou 15 artigos revistos por pares em periódicos renomados.

Nossas publicações foram baixadas mais de 30.800 vezes em 2016. Isso representa um aumento de mais de 10.000 no número de downloads em relação a 2015.

 

Impactando por meio de eventos

O Instituto Igarapé esteve presente em diversos fóruns de discussão, influenciando o debate e a opinião pública em 2016. O Instituto também promoveu, isoladamente ou em parceria, várias atividades durante o ano – a maioria delas sobre segurança cidadã e construção da paz, mas também sobre segurança cibernética, política de drogas e cidades seguras. No total, o Instituto foi protagonista em 125 eventos em 20 países – Argentina, Áustria, Bahamas, Bósnia e Herzegovina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Cuba, República Dominicana, Equador, Japão, México, Holanda, África do Sul, Suécia, Suíça, Tailândia, Reino Unido e Estados Unidos.

O Instituto está envolvido tanto em iniciativas globais como nas de base. Participamos de encontros como Fórum Econômico Mundial em Buenos Aires, Dubai e Tóquio, TED Summit (Banff), Global Parliament of Mayors (Haia), City Forum (Chicago), UNGASS sobre drogas (Nova York), Habitat III (Quito), Halifax Security Forum (Halifax), Wilton Park (Brasília e Sussex), Wired Festival (Rio de Janeiro), Build Peace (Zurique), Data4Peace (Bancoc), Citizen Security Week (Buenos Aires) e UNU (Tóquio).

 

Impactando por meio de campanhas

O Instituto Igarapé vem desempenhando cada vez mais o papel de liderança em campanhas sobre questões prioritárias de segurança pública. Durante e depois da Olimpíada Rio 2016, o Instituto trabalhou com a World Vision International e outros parceiros numa grande campanha sobre segurança infantil. A hashtag da campanha, #segurancaparaacrianca, alcançou mais de 65.000 pessoas. E a campanha obteve um interesse considerável da mídia, com mais de 50 artigos na imprensa de língua portuguesa ou espanhola.

Em 2016, o Instituto também supervisionou várias campanhas em redes sociais. Uma delas, visando aumentar a consciência sobre a violência contra a mulher, alcançou 28.283 pessoas no Facebook. O Instituto também ajudou a coordenar várias campanhas sobre a regulação responsável de armas de fogo, inclusive com a produção de um vídeo e vários posts sobre o tema. A campanha incluiu uma carta assinada por 50 dos mais renomados pesquisadores brasileiros – o Manifesto pelo Desarmamento, apresentado ao Congresso. No total, mais de 24 milhões de pessoas foram alcançadas nas redes sociais.

 

Impactando por meio de apps

O Instituto Igarapé expandiu a produção de aplicativos digitais em 2016. Lançamos novas visualizações de dados e apps para telefone celular, e fomos destacados por revistas importantes como Atlantic Monthly, Quartz, Newsweek e Wired, como inovadores digitais. Em 2016, o Instituto lançou a visualização de dados de cidades frágeis em eventos no Brasil, Holanda, Suécia e Suíça. E ela gerou debates no Brasil, China, Equador, Alemanha, Grécia, Coreia do Sul, Índia, Sérvia, Somália, Arábia Saudita, África do Sul e outros países.

Em 2016, o Instituto também concebeu e lançou a primeira plataforma mundial de previsão de crimes acessível ao público. Num trabalho conjunto com os parceiros Via Science e Mosaico, a plataforma usa machine learning para analisar mais de 14 milhões de eventos criminosos nos últimos anos. Ela foi objeto de artigos na Atlantic, Forbes, Univision e Wired e teve repercussão no mundo inteiro. Além disso, o Instituto expandiu os testes do seu aplicativo open source de câmeras corporais com órgãos policiais. Além do Brasil e da África do Sul, estamos testando o CopCast na Bulgária e nos Estados Unidos.