Como será o amanhã?

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Publicado na Folha de S.Paulo

Por Ilona Szabó

Vivemos tempos incertos e está cada vez mais desafiador tentar prever o futuro. Longe de mim tentar fazê-lo. O que busco no apagar das luzes de 2021 é observar tendências –boas e ruins, e quem sabe provocar algumas reflexões.

Começo pelas constatações que me tiram o sono. Em 2022, os riscos interconectados e sistêmicos –que se apresentaram para todos com tanta clareza nos últimos anos– continuarão a crescer e se intensificar em escala mundial.

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