As mulheres marcham pelo mundo

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Publicado na Folha de S.Paulo

Por Ilona Szabó

Em todo o mundo, as mulheres estão em marcha. Seja para garantir direitos básicos, como no Afeganistão do Talibã, seja contra um eventual retrocesso sobre o direito de interromperem uma gravidez indesejada nos Estados Unidos, ou para exigir a demarcação e proteção das terras indígenas no Brasil. Aqui, lá e acolá, no entanto, estamos assistindo, cada vez mais, à restrição de direitos conquistados a duras penas por nossas mães, avós e bisavós. Até quando?

Ao ler que seguros de saúde passaram a exigir autorização do cônjuge para mulheres implantarem o DIU em São Paulo, me vem à cabeça a vida em Gilead —o mundo distópico do “Conto da Aia”, de Margaret Atwood, onde a maioria das mulheres se torna infértil, perde direitos sociais e, quando podem engravidar, são escravizadas para procriação.

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