A flexibilização da posse de armas e a ameaça às mulheres

Por Letícia Paiva

Publicado na Revista Cláudia

O amanhecer do dia 4 de janeiro, uma sexta-feira, poderia ter sido o último de Larissa*, 27 anos, que sobreviveu a dez facadas. Às 21 horas da noite anterior, ela havia saído sozinha da igreja e voltava para a casa onde mora em um município da Grande São Paulo. Ali, compartilha o quintal com outras residências, todas ocupadas por sua família. Vinha com o prognóstico da pastora de que uma energia escura a rondava; era preciso ficar atenta.

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