A Covid-19 e o futuro da Amazônia

Publicado em Brasil Lab Princeton

Por Ilona Szabó

Em 22 de abril, Dia da Terra, o LAB do Brasil organizou um evento on-line com um grupo estelar de estudiosos e inovadores para pensar sobre a nova pandemia de coronavírus e o futuro da Amazônia. A conversa foi moderada pelo diretor do Brasil LAB, João Biehl, e contou com:

Marcia Castro, professora de Demografia da Andelot e presidente do Departamento de Saúde e População Global da Escola de Saúde Pública TH Chan de Harvard.

Ilona Szabó, uma estudiosa de direitos humanos e estudos internacionais e co-fundadora e diretora executiva de Igarapé, uma das principais instituições de pensamento sobre questões de segurança, clima e desenvolvimento no Sul Global.

Pedro Vasconcelos, diretor do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Febres Hemorrágicas Virais no Instituto Evandro Chagas. Também professor de patologia da Universidade Estadual do Pará, Vasconcelos estuda arbovírus e hantavírus na região pan-amazônica e desempenhou um papel fundamental em nossa compreensão da transmissão do zika.

Beto Veríssimo, um ambientalista líder, é pesquisador sênior da organização sem fins lucrativos Imazon. Um estudioso afiliado do LAB no Brasil, Veríssimo está atualmente supervisionando o projeto Amazônia 2030, que explora iniciativas de conservação e salto econômico para a região.

A pandemia de coronavírus alterou significativamente nossos mundos da vida, revelando a precariedade de nossos sistemas de preparação e resposta à saúde pública, bem como desigualdades profundamente arraigadas que são expressas em vulnerabilidades e disparidades de atendimento. Como nunca antes, estamos diante de um mundo de incertezas, à medida que as economias desmoronam e as capacidades estatais são levadas ao limite. Enquanto as democracias se deterioram, a pandemia também foi perigosamente politizada por regimes cada vez mais autoritários.

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