
Coronavírus, prisioneiros do contágio
Os prisioneiros vivem sob a ameaça permanente do contágio. Não temos pena de morte no Brasil, mas essa pode ser a sentença de muitas pessoas presas, aqui e em outros lugares do mundo.

Os prisioneiros vivem sob a ameaça permanente do contágio. Não temos pena de morte no Brasil, mas essa pode ser a sentença de muitas pessoas presas, aqui e em outros lugares do mundo.

Publicado em Fonte Segura Por Michele dos Ramos Ao longo das últimas semanas, acompanhamos mais um retrocesso na política de controle de armas e munições no país. No dia 17 de abril, o Comando Logístico do Exército (COLOG) revogou três portarias (n.os 46, 60 e

Cities are at the center of this pandemic, as they have been during so many plagues in history.

The COVID-19 pandemic is painfully exposing the world’s many interconnected fragilities

Latin America is going digital, with all the upsides and downsides that this transformation entails

The world is entering a volatile and unstable new phase.

No momento, precisamos lidar com duas crises no Brasil: uma aguda, que é controlar a pandemia da Covid-19, e outra crônica, que é interromper a destruição acelerada da Floresta Amazônica, que contribui para o agravamento das mudanças climáticas.

O mundo está em convulsão pelo novo coronavírus, mas esse não é o único patógeno que nos afeta. A violência criminal também é endêmica, contagiosa e altamente virulenta.

Published in Foreign Policy By Robert Muggah The world is convulsed by the novel coronavirus, but that is not the only pathogen that afflicts us. Criminal violence is also endemic, contagious, and highly virulent. More than 464,000 people were killed in homicides in 2017 (the last

Late February this year, Brazil published its first national cybersecurity strategy. With more than 100 countries worldwide having released their strategies and considering that Brazil is the biggest economy in Latin America, one might ask: why has it taken so long for Brazil to take that step? What does a national strategy mean for Brazil, really?

A Covid-19 escancarou os desafios de sociedades desiguais.

With COVID-19 infections now evident in 176 countries, the pandemic is the most significant threat to humanity since the second world war. Then, as now, confidence in international cooperation and institutions plumbed new lows.

Far from merely reflecting an unequal distribution of economic means, rising inequality comes with a broad range of additional toxic side effects, many of which the COVID-19 pandemic has thrown into sharp relief. With the pandemic transforming life around the world before our eyes, this is a problem that can no longer be ignored.

Estamos vivenciando o fim do mundo como o conhecemos. Fomos forçados a pausar, parar por tempo ainda indeterminado, o que considerávamos, até então, ser a nossa “vida normal”. Que momento excepcional para se estar vivo.

Brazil’s process of drafting its first National Action Plan on Women, Peace and Security was marked by the political crisis that started during the government of its first female president, Dilma Rousseff, and culminated in her impeachment, followed by a progressively conservative move and, finally, the election of a rightist strongman candidate, Jair Bolsonaro.

Where a person is born and lives correlates with their overall life chances. Unsurprisingly, people living in environments characterized by high levels of economic and social inequality tend to be more exposed to violence and victimization than those living elsewhere.

Nas últimas semanas, assistimos ao acirramento das tensões entre polícias militares e governadores em diversos estados do país. O motim da polícia do Ceará foi o caso mais emblemático.

O episódio a que assistimos quarta-feira passada no Ceará é o reflexo de décadas de descaso com a segurança pública no país. Não fazemos o debate com a seriedade e profundidade que o tema requer.

Toda morte importa. De acordo com o Monitor da Violência, o país teve 30.864 mortes violentas de janeiro a setembro de 2019, uma queda de 22% em relação ao mesmo período do ano anterior

Rio de Janeiro’s ultra-conservative governor, Wilson Witzel, was elected in 2018 on a tough-on-crime ticket.

Além de trabalhar para reparar e evitar desastres ambientais, o governo tem o dever de garantir perspectivas de desenvolvimento às pessoas forçadas a se deslocarem por catástrofes como a de Brumadinho.

Es evidente que en los últimos años se habla más abiertamente sobre la violencia contra la mujer. Cada día vemos desde testimonios individuales que llegan a convertirse en iniciativas de denuncia colectiva, a manifestaciones públicas de rechazo contra las violencias.

Há exato um ano o governo publicava o decreto nº 9.685, mudando regras relacionadas ao registro, à posse e à comercialização de armas de fogo e munição no país.

A Amazônia brasileira é há anos território perigoso para ativistas ambientais e jornalistas investigativos. Em vista da falta de ação do governo atual frente à violência crescente, expressa em levantamentos, é urgente a atuação da sociedade civil organizada.

A violência contra a mulher tem recebido mais atenção nos últimos anos. Casos em evidência, como o da youtuber Karol Eller, agredida no Rio de Janeiro, e de Milena Bemfica, alvo de oito socos no rosto pelo marido, o jogador Jean, aumentam a exposição deste assunto.

Na contramão do que recomendam experiências internacionais bem-sucedidas, o Brasil vem apostando na segregação de espaços e de pessoas como solução para a segurança pública.

I study violence in Latin America, and I’ve observed a sharp increase in reports of religiously motivated crimes in Rio de Janeiro since 2016, in particular attacks on “terreiros” – the temples of the Candomblé and Umbanda faiths.

Cada vez se oyen más voces que denuncian la violencia contra las mujeres en Latinoamérica. Esto tiene varios motivos: por un lado, tras muchas décadas de activismo feminista, la sociedad parece más dispuesta a reflexionar sobre el problema; por otro lado, y tal vez como consecuencia de lo primero, la violencia contra las mujeres es cada vez más visible y menos tolerable.

Melina Risso, diretora do Instituto Igarapé, analisa o texto que foi aprovado pelo Congresso e que, agora, segue para sanção de Bolsonaro. Aprovado na noite de quarta-feira pelo Senado, traz avanços, mesmo que não tenha sido o mesmo projeto encaminhado pelo governo no início do ano.

Além de solos rachados, a seca pode fomentar guerras. Nas cidades, a precária geração de energia está por trás do aumento da criminalidade. Nas políticas públicas, a ignorância sobre o aumento do nível do mar põe em risco a integridade de bases navais e cidades litorâneas. Na ONU , o debate sobre clima aumenta os temores de nações emergentes sobre militarização das potências mundiais.
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