Forced Migration Observatory

Every minute, one Brazilian is forced to leave their home

From 2000 to 2017, at least 7.7 million people – 4% of Brazilians – had to leave their homes due to natural disasters or development projects

Displacement’s national distribution

What is the Forced Migration Observatory?

The observatory provides a georeferenced and interactive visualisation of the distribution of internally displaced people in Brazil over time. The tool will be used for research and decision making regarding migrants, strengthening the rights of those affected by forced displacement.

 

A problem still awaiting a response:

Despite the sheer scale of internal displacement due to natural disasters, development and violence, Brazil has yet to mount an effective response. There is still no public entity dedicated to monitoring forced migration, much less policies in place to provide protection and fair compensation for those displaced. Instead, institutional responsibility and associated resources are scattered across different ministries and departments.

 

For those who can afford it, often the only means of claiming fair compensation for having been forced to move is by appealing to the courts.

 

“Despite the high number of Brazilians displaced every year, the country still has no legal framework that guarantees the rights of these people. Brazil urgently needs to develop protection and assistance policies for those who find themselves forced to leave their homes, cities or states,” says Maiara.

 

O que podemos fazer?

Apesar da enorme escala do deslocamento interno devido a desastres naturais, projetos de desenvolvimento e violência sistemática, ainda não existe um órgão público no Brasil dedicado ao monitoramento da migração forçada e, menos ainda, políticas públicas que forneçam proteção e compensações justas aos deslocados. Ao invés disso, competências e recursos ficam fragmentados entre diferentes órgãos governamentais, com fraca coordenação.

 

Para aqueles que podem arcar com os custos, frequentemente a única maneira de pleitear medidas compensatórias justas por terem sido obrigados a se deslocar é apelar para os tribunais.

 

“Apesar do elevado número de brasileiros deslocados todos os anos, o país ainda não possui um marco legal que garanta direitos a essas pessoas. É urgente que o Brasil desenvolva políticas de proteção e assistência aos que se veem obrigados a deixarem suas casas, cidades ou estados”, avalia Maiara Folly, pesquisadora do Instituto Igarapé e coordenadora do Observatório de Migrações Forçadas.

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