O ouro ilegal que mina florestas e vidas na Amazônia: uma visão geral da mineração irregular e seus impactos nas populações Indígenas

A Amazônia brasileira está repleta de operações ilegais de mineração de ouro, com 321 minas ilegais, ativas e inativas, identificadas nos nove estados que formam a Bacia Amazônica brasileira.

A devastação tem seu preço: de acordo com o Ministério Público Federal, 1 kg de ouro representa cerca de R$ 1,7 milhão em danos ambientais, resultando em um custo ambiental cerca de 10 vezes maior que o preço real do ouro.

A Amazônia está se aproximando de seu “ponto de inflexão” que, se ultrapassado, gerará danos irreversíveis tanto para o bioma da Amazônia quanto para o clima global.

Dessa forma, as discussões sobre a mineração ilegal na Amazônia brasileira apresentam dois desafios interconectados: o combate ao desmatamento e a proteção das diferentes culturas de populações indígenas, que são as principais protetoras da floresta.

Considerando a urgência da discussão, o Instituto Igarapé lança a publicação “O ouro ilegal que mina florestas e vidas na Amazônia: uma visão geral da mineração irregular e seus impactos nas populações Indígenas”, contendo alguns dos principais achados da publicação. O artigo apresenta recomendações urgentes, a curto e a longo prazo para evitar um colapso climático irreversível, no qual a preservação da floresta amazônica desempenha um papel fundamental.

 

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