Controle do desmatamento e enfrentamento do crime ambiental na Amazônia
Os avanços observados entre 2023 e 2026 indicam que o Brasil recuperou capacidades institucionais fundamentais para a redução do desmatamento e enfrentamento dos crimes ambientais. A continuidade dessa trajetória exigirá uma mudança de enfoque. Se o período recente foi marcado pela reconstrução da ação estatal, o próximo ciclo deverá ser orientado pela transformação estrutural da governança ambiental, de forma a consolidar os avanços alcançados, fortalecer sua resiliência diante de pressões políticas e econômicas e construir um modelo capaz de enfrentar as dinâmicas sistêmicas que sustentam o desmatamento e os crimes ambientais, ao mesmo tempo em que promove uma economia compatível com a floresta em pé.
É nesse contexto que o Instituto Igarapé apresenta seis prioridades estratégicas para o novo ciclo político.
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