A campanha eleitoral deixa em segundo plano os mercados que destroem a floresta

A uma semana do primeiro turno, o debate eleitoral sobre a Amazônia gira em torno do controle do território, da presença das forças de segurança e do combate às economias ilegais na região. É compreensível que seja assim. A violência armada continua marcando o cotidiano de muitas comunidades amazônicas, e grande parte do desmatamento está associada ao controle que diferentes grupos exercem sobre corredores estratégicos, fontes de renda e populações.Leia o texto na íntegra.

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