A prevenção do crime ambiental está entrando no centro da diplomacia internacional.

O crime ambiental costumava ser tratado como uma preocupação de nicho, um problema para guardas florestais, agentes alfandegários e um pequeno grupo de advogados especializados em conservação. Isso já não é mais o caso. De Viena a Belém, um debate antes técnico sobre “crimes que afetam o meio ambiente” está se aproximando do centro da diplomacia multilateral e, mais importante ainda, começando a remodelar a fiscalização e as ações no terreno.Leia o texto na íntegra em inglês.

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