O corredor Caquetá-Puré no centro da crise de segurança amazônica
Na Colômbia, é comum falar da Amazônia como se fosse um território distante e selvagem, quase abstrato ou reduzido à ideia de um espaço “tomado pelo crime organizado”. Essa interpretação simplifica excessivamente o que acontece nas fronteiras amazônicas isoladas, onde se concentram, simultaneamente, elevados valores de conservação ambiental e cultural. Além disso, há níveis crescentes de risco que se manifestam em múltiplas camadas de pressão, as quais se sobrepõem e se reforçam mutuamente, em um contexto de profundo vazio institucional e ausência de oportunidades.Leia o texto na íntegra.