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Published in AFP
Há tempos, os fabricantes de armas estão de olho no Brasil e após a eleição de Jair Bolsonaro, as apostas dobraram em um país onde carências no combate à criminalidade e o grande contingente nas forças armadas antecipam bons negócios.
O capitão do Exército na reserva, que assumiu a Presidência em janeiro, já flexibilizou a posse de armas para os ‘cidadãos de bem’ e pretende autorizar o porte. Também ameaça suspender as restrições aos investimentos estrangeiros no setor da defesa e da segurança, avaliado em 200 bilhões de reais ao ano, segundo dados oficiais.