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Observatório
de Homicídios

Distribuição, dimensões e dinâmica
da violência letal no mundo

O Observatório de Homicídios, do Instituto Igarapé, é uma das principais e mais compreensíveis bases de dados sobre homicídios no mundo.

 

A ferramenta cobre dados de 220 países e territórios, com foco nas Américas, onde há informações atualizadas para a maioria dos países.
Veja destaques abaixo.

 

O continente americano abriga 13% da população mundial, mas registra 37% dos homicídios globais, segundo dados compilados pelo UNODC (estimativas globais de 2017). A região da América Latina e o Caribe, com menos de 10% da população mundial, responde por 35% de todos os assassinatos.

Durante a pandemia da covid-19, mesmo com os lockdowns, os homicídios nas Américas caíram somente 3% (2020)

O ritmo da queda é ainda mais significativo quando comparado com os 9% de redução nos 12 meses anteriores (2019/2018)

Liderada pelos Estados Unidos, a América do Norte registrou um aumento de 28%, enquanto a América Latina e o Caribe tiveram uma diminuição de 6%

Variação anual

Os países mais letais do mundo

(homicídios por 100.000 habitantes)

Em 2020, o Brasil foi o país mais homicida
do mundo, em número de vítimas

Brasil, Nigéria, Índia, México e os Estados Unidos respondem por 51% dos homicídios mundiais

Concentração de homicídios

Os homicídios urbanos concentram-se em um número relativamente pequeno de países

Entre as 35 cidades do mundo com as maiores taxas de homicídio estão:

Homicídio como uma aflição
da juventude

41%

das vítimas de homicídios têm
entre 17 e 30 anos, nos países da América Latina e Caribe

87%

das vítimas de homicídio na América Latina e Caribe são homens
comparado com uma média global de
78%, segundo o UNODC (2012).

Armas de fogo

71%

dos homicídios são cometidos com arma de fogo na América Latina e Caribe. O índice mundial é 41%(UNODC 2012).

Países com a maior proporção de homicídios por arma de fogo na América Latina e Caribe

Desde 2015, o Instituto Igarapé divulgou uma série de Notas sobre Homicídios, pequenos artigos analíticos em inglês, espanhol e português, explicando padrões e tendências de violência letal. Os artigos são escritos por especialistas internacionais para contar histórias por trás dos dados. Especialistas em criminologia, saúde pública e outras ciências sociais também contribuíram com as discussões com documentos sublinhando as causas e as amplas consequências de assassinatos, e as diferentes maneiras que os governos contabilizam homicídios.

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